ESPAÑOL
Página Inicial
Reservas Online
Hotéis e Pousadas
Ass. dos Hotéis de Búzios
Restaurantes
Serviços AHB
História de Búzios
Pontos Turísticos
Praias
Mapas
Serviços da Cidade
Gastronomia
Informações turísticas
Informações úteis

Búzios Revista
Eventos

Festival esquenta o inverno no balneário de Búzios

A nona edição do Búzios Jazz & Blues acontecerá entre os dias 26 e 29 de julho em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro. Os músicos se apresentarão nos palcos do Chez Michou, do Pátio Havana e na Praça Santos Dumont, no Centro da cidade. Participam do festival Eric Gales, Blas Rivera, Bobby Lyle, Marcos Valle e Big Joe Manfra, além dos grupos, Azymuth, Funk Como Lê Gusta, Bossacucanova, Memphis La Blusera e Garrafieira. O 9º Búzios Jazz & Blues aposta na diversidade musical e apresenta, além do jazz e do blues tradicional, releituras do samba-jazz-funk-soul.

As apresentações no Chez Michou e na Praça Santos Dumont são gratuitas. Para os shows no Pátio Havana, a reserva deve ser feita com antecedência pelo telefone (22) 2623-2169.

O festival acontece desde 1998. Criado e organizado pelo grupo Chez Michou, apresentou, ao longo de suas oito edições, músicos como Stanley Jordan, Fito Paez, Vernon Reid, Kurt Brunus, Ray Moore, Bernard Purdie, Celso Blues Boy, Yamandú Costa e Ed Motta, entre outros importantes artistas nacionais e internacionais.

Acesse o site oficial do Búzios Jazz & Blues: www.buziosjazzeblues.com.br

ATRAÇÕES

AZYMUTH

O Trio Azymuth tem quase 30 anos de carreira e ainda fazem sucesso entre os jovens. O grupo mistura samba, funk e jazz, produzindo um repertório eclético e dando exemplo na aliança experiência-novidade. Os músicos passeiam por vários gêneros, sem medo de inovações, apostando até mesmo em elementos eletrônicos em alguns arranjos. José Roberto Bertrami (teclados e vocal), Ivan Conti "Mamão" (bateria e vocal) e Alex Malheiros (baixo e vocal) formam a banda, cujas composições são um prato cheio para os DJs europeus, americanos e japoneses. Com isso, Azymuth toca nas pistas de dança, mas também pode ser ouvido em álbuns de praticamente todos os grandes nomes da MPB: Roberto Carlos, Elis Regina, Gal Costa, Rita Lee, Chico Buarque, Raul Seixas, Edu Lobo, Milton Nascimento, Ivan Lins, Djavan e Flora Purim - com quem já fizeram um tour costa a costa pelos EUA. Azymuth foi o primeiro grupo brasileiro a participar do Festival de Montreaux, na Suíça, em 1977.

BIG JOE MANFRA

Em 2005, o cantor e guitarrista Big Joe Manfra completou dez anos de carreira. Com dois discos solo e o CD do grupo Blues Etc., em parceria com o gaitista Jefferson Gonçalves, o músico é um dos principais artistas de blues no país. Foi o primeiro intérprete brasileiro do gênero a lançar um DVD - Big Band ao Vivo - com repertório formado por composições próprias e clássicos como Red House, de Jimi Hendrix. Nos últimos cinco anos Manfra se apresentou em festivais de norte a sul do país ao lado dos grandes nomes do blues brasileiro: Celso Blues Boy, Blues Etílicos, Nuno Mindelis, Baseado em Blues e Big Alanbik. Em sua carreira, tocou ainda com Peter Madcat, Rod Piazza & The Mighty Flyers, Tommy Castro, Chicago Blues Ladies, Stanley Jordan, Grant Green Jr., Norton Buffalo e Jamie Wood.

BOSSACUCANOVA

Bossacucanova é um projeto que surgiu de uma brincadeira de amigos. Alexandre Moreira, Marcelinho Da Lua e Márcio Menescal eram engenheiros de som dos estúdios da gravadora Albatroz, que conta com um vasto catálogo de bossa nova, e um dia resolveram remixar uma gravação de Só Danço Samba, do grupo Os Cariocas. E assim a "bossa renovada" ou a "MPB eletrônica" deu samba. O grupo estourou na Europa, Japão, Estados Unidos e Brasil, fazendo releituras calcadas no acid jazz, com passagens house e drum'n'bass. No primeiro CD, Bossacucanova Vol.1 (1998), eles iniciaram uma parceria com o pai de Marcelo, Roberto Menescal, que se mantém até hoje. No segundo, Brasilidade (2001), o trio agregou os saxes de Léo Gandelman, os vocais de Ed Motta e samples de vinil, que deram ao disco uma sonoridade de época.

BOBBY LYLE

O pianista Bobby Lyle começou a ter aulas com a mãe, que tocava órgão em igrejas, ainda criança. Suas primeiras influências foram Oscar Peterson, Ahmad Jamal, Bill Evans, Erroll Garner e Art Tatum. Com 16 anos, ele já era um músico completo. Passou um bom tempo tocando em sua cidade natal, Minneapolis, até sair pra um tour de dois anos com o Young-Holt Unlimited. Em 1976, Bobby se mudou para Los Angeles, onde trabalhou com Sly e a família Stone. Depois de tocar com Ronnie Laws, participou ainda de gravações com George Benson, Phyllis Hyman e Esther Phillips. Nos anos 1980, saiu em turnê com Benson e se tornou o diretor musical de Bette Midler. Em 1986 teve início sua aliança com a Atlantic, que o permitiu lançar em 1991 o álbum de piano solo Pianomagic - um dos grandes momentos de sua carreira.
No Búzios Jazz e Blues Festival, Bobby Lyle toca com Alberto Continentino (baixo), Allen Pontes (bateria) e conta com a participação especial do saxofonista Leo Gandelman.

BLAS RIVERA

Ele nasceu em Buenos Aires, viveu no Brasil por 15 anos, mas considera-se um cidadão do mundo. O saxofonista Blas Rivera começou estudando composição na Universidade de Córdoba, mas logo seguiu para os EUA na busca por uma sintaxe própria. Lá se aperfeiçoou em música para cinema, música étnica, contemporânea e jazz. Resultado: uma obra de difícil definição. "jazz portenho", "tango cubista", "herdeiro de Astor Piazzolla" - todos termos que tentaram classificar o trabalho do artista, que em 1998 foi recebido como destaque no Montreaux Jazz Festival. Em diferentes palcos e para diversos públicos na América e Europa, o saxofonista já tocou com músicos brasileiros, argentinos, uruguaios, italianos, americanos e franceses. Ou seja, Blas defende na prática o intercâmbio cultural, com uma ressalva apenas para a influência portenha - notável em seus quatro CDs lançados.

ERIC GALES

Direto de Memphis, Tennessee, o mestre da guitarra Eric Gales apresentará em Búzios seu último álbum: Crystal Vision. O guitarrista canhoto, de extraordinária habilidade e vocais expressivos, já foi comparado a Jimi Hendrix. Gales desenvolveu um som único, Influenciado pelo rock contemporâneo, pelo funk e pelo blues. Essa exposição ao blues autêntico, misturado com uma imersão no gospel pela criação batista, trouxe a toda família Gales uma educação musical sólida. Aos 11 anos, Eric já ganhava concursos regionais de blues amador, chamando atenção não só pela sua habilidade, mas também pela maneira peculiar de tocar guitarra. Ele gravou seu primeiro disco aos 16 anos pela Elektra Records. Em 1991, a revista Guitar World Magazine's Reader's Poll o nomeou como "O Melhor e Mais Novo Talento". Entre os fãs de Eric Gales, estão nomes como Carlos Santana, Mick Jagger, Keith Richards, B. B. King e Eric Clapton.

FUNK COMO LÊ GUSTA

Agregando músicos conhecidos da noite paulistana, o Funk Como Lê Gusta surgiu no fim da década de 90, em jam sessions nas boates Espaço Anexo e Blem Blem. Em 1999, saiu o primeiro CD, Roda de Funk, com participações de, entre outros, de Fernanda Abreu, Sandra de Sá e Paula Lima. Na lista de grandes nomes que já dividiram palco com o grupo destacam-se ainda Marcelo D2, Dj Marky, Siba e Eder (Mestre Ambrósio), Bocato, Daúde, Thaíde e Otto.
O Funk Como Lê Gusta é uma big band - trompete, saxofone, flauta, trombone, guitarra, baixo, bateria, teclado, percussão e uma variedade de vocalistas com timbres diferenciados. O grupo tem 14 músicos e dois projetistas de Super-8 e Slides, que incrementam a performance. O repertório soul-samba-funk inclui consagrados grooves, temas latinos dos anos 70 e clássicos de trilhas de filme.

GARRAFIEIRA

Garrafieira é igual a samba, pagode, jazz, bossa, baião e até música eletrônica - tudo executado com a intensidade das orquestras e o despojamento de quem trata a música popular como coisa abrangente. O grupo é formado por Gabriel Improta (violão), Marcelo Bernardes (flauta), Alexandre Caldi (saxofone), Darcy da Cruz (trompete e flügelhorn), Cassius Theperson (bateria), Rodrigo Villa (baixo), Thiago Queiroz (sax), Aleh (voz e violão), Mariana Bernardes (cavaquinho e voz) e Carlos César Motta (percussão). Atualizando o som das velhas gafieiras, a orquestra reúne músicos de várias gerações, que se encontravam no boêmio bairro da Lapa, Rio de Janeiro. Em 2004, o Garrafieira ganhou o prêmio TIM de melhor disco instrumental.

MARCOS VALLE

O carioca Marcos Valle estudou piano clássico e teoria musical na infância, e mais tarde violão. Freqüentando bares e casas noturnas que davam espaço para grupos de jazz e jam sessions, ele formou, em 1961, um conjunto com Edu Lobo e Dori Caymmi. Compôs músicas de sucesso ao lado do irmão Paulo Sergio Valle e, em 1964, lançou o LP Samba Demais. Nos anos 70, aproximou-se mais do pop e do soul. Sua enorme lista de sucessos inclui músicas como Quarentão Simpático, Com Mais de Trinta, Mustang Cor de Sangue, Os Grilos, Black Is Beautiful, O Cafona e Bicicleta, entre outras. Seu estilo suingado e dançante, apoiado por grooves inovadores fez sucesso nas pistas de dança européias, onde foi relançado na década de 90. O mundo vivia a febre do drum'n' bass, e Marcos foi responsável por um novo estilo - o drum'n' bossa.

MEMPHIS LA BLUSERA

Memphis La Blusera surgiu nos anos 60.Durante cerca de 20 anos, a banda fez o circuito pubs e festivais, até que em 1982 saiu o primeiro CD. Hoje, já são 13, e a Memphis exibe no currículo apresentações no Chile, Peru, Bolívia, Paraguai, Uruguai, Brasil e EUA. A banda é formada por Adrian Otero (voz), Daniel Beiserman (baixo acústico e voz), Emilio Villanueva (sax tenor), Marcelo Mira (bateria), German Weidemer (piano e órgão) e Lucas Sedler (guitarra). O seis começaram a carreira influenciados por Robert Johnson, Muddy Waters, John Lee Hooker e BB King, com quem mais tarde tiveram a oportunidade de dividir palco e camarim. Também tocaram com Chuck Berry, Juniors Wells, Koko Taylor, e ainda abriram os shows do Bee Gees, no Estádio de Boca Juniors, e o de Eric Clapton, no estádio do River Plate. Em 2002, Memphis La Blusera ganhou o prêmio Carlos Gardel de melhor banda de rock e se apresentou no Teatro Colón.

SERVIÇO

Praça Santos Dumont
Centro de Búzios. 5 mil pessoas.
Dias: 27, 28 e 29
Horário: 20h.
Gratuito, livre.

Pátio Havana
Rua das Pedras, 101, Búzios. Tel.: (22) 2623-2169. 200 pessoas.
Dias: 26, 27, 28 e 29
Horário: 22h
Reservas pelo telefone. 18 anos

Chez Michou
Rua das Pedras, 90, Búzios. 500 pessoas
Tel.: (22) 2623-2169.
Dias: 26, 27, 28 e 29
Horário: meia-noite
Gratuito, livre.

Pacotes Especiais para este evento

Outros Eventos
Clique aqui e veja os eventos regulares